Hipertensão Arterial Resistente e Refratária: Novas Fronteiras no Manejo e Tratamento

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Resumo

Introdução: A hipertensão resistente e refratária é um desafio crescente no tratamento da hipertensão arterial. A hipertensão resistente é caracterizada pela dificuldade em controlar a pressão arterial, mesmo com o uso de três ou mais classes de medicamentos anti-hipertensivos em doses adequadas, enquanto a hipertensão refratária é a condição em que a pressão arterial permanece elevada, apesar do uso de cinco ou mais medicamentos anti-hipertensivos. Objetivo: Este artigo de revisão visa discutir as principais causas e mecanismos da hipertensão resistente e refratária, bem como explorar as opções de tratamento atuais, com ênfase na denervação simpática renal e seu papel emergente no manejo desses pacientes. Metodologia: revisão da literatura médica e análise crítica das principais diretrizes mundiais em hipertensão arterial, bem como artigos relacionados ao tema (hipertensão resistente e refratária, denervação simpática renal) publicados nos últimos cinco anos. Resultados e Conclusão: Ambos os tipos estão associados a um risco elevado de complicações cardiovasculares e renais. O tratamento da hipertensão resistente e refratária envolve uma abordagem multifatorial, incluindo mudanças no estilo de vida, otimização do tratamento farmacológico e, em alguns casos, a utilização de terapias mais avançadas, como a denervação simpática renal. A denervação simpática renal é um procedimento minimamente invasivo que visa bloquear a atividade excessiva do sistema nervoso simpático, um fator importante na regulação da pressão arterial. Estudos têm mostrado que a denervação renal pode ser eficaz em reduzir a pressão arterial em pacientes com hipertensão resistente.

Palavras chaves: hipertensão arterial resistente; hipertensão arterial refratária; tratamento

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Publicado

23-12-2025

Edição

Seção

Dossiê Saúde Mental, Educação, Saúde e Gênero