Saúde Mental de puérperas no aleitamento de recém-nascidos prematuros: reflexões para o cuidado de enfermagem.
DOI:
https://doi.org/10.21727/rpu.v16i3.5554Resumo
Na introdução foi abordado o processo do aleitamento materno (AM) em recém-nascidos prematuros (RNP) é uma prática desafiadora, porém essencial para a saúde do bebê. Para a mãe, representa um processo árduo que impacta diretamente sua saúde mental. Este trabalho em como objetivo investigar, por meio da literatura, os fatores que influenciam a saúde mental de mulheres que amamentam RNP, destacando também o papel do enfermeiro no apoio e cuidado durante esse processo. O método utilizado trata-se de uma revisão integrativa da literatura, com buscas nas bases BVS, SciELO, LILACS, BDENF e PUBMED, entre 2019 e 2024. Foram utilizados os descritores “Enfermagem”, “Aleitamento”, “Prematuridade” e “Saúde Mental”. A partir dos resultados na pesquisa de base, foram selecionados 8 artigos que evidenciam os impactos emocionais vivenciados pelas mães de RNP em processo de aleitamento. Os estudos destacam sentimentos como medo, insegurança e ansiedade, e apontam o enfermeiro como figura central no suporte emocional, orientação técnica e fortalecimento da autoconfiança materna. Conclui-se de certa forma, que o aleitamento materno de bebês prematuros se configura como um desafio multifatorial que exige intervenções sensíveis e integradas. O enfermeiro desempenha papel fundamental não apenas na assistência técnica, mas também no acolhimento psicológico dessas mulheres. Torna-se necessária a implementação de políticas públicas, protocolos assistenciais e estratégias educativas voltadas ao cuidado integral da mãe e do recém-nascido, com enfoque humanizado e interdisciplinar.
Palavras-chave: Prematuridade; Saúde Mental; Aleitamento Materno; Enfermagem.
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