Risco para Ansiedade e Depressão entre Acadêmicos de Enfermagem

Autores

  • Alexsandra Meira de Araújo Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)
  • Dulcian Medeiros de Azevedo Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)

Resumo

As mudanças na vida de estudantes após ingressarem no ensino superior são extremamente impactantes, colocando a universidade com um lugar capaz de desencadear sofrimento mental ou mesmo transtornos. Objetivou-se investigar o risco para desenvolvimento de depressão e ansiedade entre acadêmicos de enfermagem. Estudo descritivo, quantitativo e transversal, realizado com 141 acadêmicos, entre junho e setembro de 2022, através de um questionário e duas escalas de Beck (Depressão e Ansiedade). A maioria dos participantes eram mulheres (83,7%), heterossexuais (84,4%), solteiros (82,3%), entre 20 e 29 anos (78,7%). Os sintomas depressivos e ansiosos (moderados e graves) estiveram presentes em 49% e 46,1% dos participantes, respectivamente. Os resultados suscitam a necessidade de a gestão universitária local buscar formas de atendimento às necessidades coletivas e individuais dos acadêmicos, objetivando diminuir prejuízos no aprendizado, melhoria do bem-estar e empoderamento deste processo.

Palavras-chave: Estudantes de Enfermagem; Educação Superior; Depressão; Ansiedade; Fatores de Risco.

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Biografia do Autor

Alexsandra Meira de Araújo, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)

Enfermeira. Especialista em Saúde da Mulher. Egressa do Curso de Enfermagem, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Caicó-RN, Brasil.

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Publicado

23-12-2025

Edição

Seção

Dossiê Saúde Mental, Educação, Saúde e Gênero