Relação entre aspectos emocionais, hábitos de vida e conquista de medalhas em atletas paralímpicos brasileiros após o adiamento dos Jogos de Tóquio 2020

Autores

  • Patrícia dos Santos Vigário Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)
  • Júlia Ribeiro Lemos Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)
  • Roberto Miranda Ramos Costa Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)
  • Angela Nogueira Neves Escola de Educação Física do Exército Brasileiro (EsEFEx)

Resumo

A pandemia de COVID-19 determinou o adiamento dos Jogos Paralímpicos de Tóquio e mudanças na rotina dos atletas. Este estudo buscou investigar as repercussões do adiamento dos Jogos em aspectos emocionais e hábitos de vida de atletas brasileiros e suas influências sobre o ganho de medalhas na competição. Participaram 94 atletas, que preencheram um instrumento sobre reações emocionais negativas e positivas, e questões sobre hábitos de vida e treinamento durante a pandemia. Reações emocionais negativas e positivas foram observadas em pelo menos 1/3 dos atletas. Quase 1/2 notou piora no desempenho, 40% no sono e 30% nos hábitos alimentares. As reações emocionais negativas e a autopercepção de melhora do desempenho tiveram impacto na predição do ganho de medalha. O adiamento dos Jogos impactou negativamente os hábitos de vida e esportivo dos atletas. As reações emocionais negativas e a autopercepção de melhora do desempenho mostraram-se relevantes na predição do ganho de medalha.

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Publicado

23-12-2025

Edição

Seção

Dossiê Saúde Mental, Educação, Saúde e Gênero