Repercussões do desmame precoce para a saúde dos recém nascidos e lactentes
DOI:
https://doi.org/10.21727/rpu.v14i3.3491Abstract
A falta de amamentação assim como sua interrupção precoce (antes dos seis meses) e a entrada de outros alimentos na dieta do lactente, nesse período, são comuns, trazendo consequências sérias para a saúde do bebê, que ficam mais expostos a agentes infecciosos, em contato com proteínas estranhas, lhes prejudicando a digestão e também a assimilação de elementos nutritivos, etc. O objetivo do trabalho foi estudar os principais motivos e consequências do desmame precoce para a saúde das crianças, evidenciando a importância do Aleitamento Materno (AM). Para tanto foi realizada uma revisão de literatura, onde se rastreou e, posteriormente selecionou autores que embasassem o objetivo proposto. O estudo observou que o desmame precoce pode ser bastante prejudicial para a saúde dos recém nascidos e lactentes, e que os principais fatores desse desmame são as crenças e tabus ainda existentes sobre o leite materno, problemas nos mamilos, trabalho da mãe fora de casa, baixa escolaridade e baixa renda da mãe, idade da mãe, e bebês que nasceram com a saúde afetada, tendo que ser internados em Unidades de Tratamento Intensivo Neonatal (UTINs). O estudo verificou também que para mulher manter o aleitamento materno exclusivo necessitará do apoio da família, da sociedade, e, principalmente dos profissionais de saúde, destacando-se o profissional de enfermagem.
Palavras-chave: Aleitamento Materno; Desmame Precoce; Assistência de Enfermagem.
Downloads
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2023 Rayanne Rocha de Oliveira Pinto, Jannaína Sther Leite Godinho, Alessandra da Silva Souza, Eliara Adelino da Silva, Carolina de Lourdes Julião Vieira, Lília Marques Simões Rodrigues

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Authors who publish with this journal agree to the following terms:
Authors retain copyright and grant the journal the right of first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License, which allows sharing the work with acknowledgement of authorship and initial publication through this journal.
This license lets others distribute, remix, adapt and create upon your work, even commercially, as long as they credit you for the original creation. It is the most flexible license of all available. It is recommended for maximizing the dissemination and use of the licensed materials.
Authors are permitted to enter into separate, additional contractual arrangements for the non-exclusive distribution of the journal's published version of the work (e.g. by posting it to an institutional repository or as a chapter in a book), with acknowledgement of the work's authorship and initial publication in this journal.
See the full legal text of the license at: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/









