Atención prenatal en la red pública: acciones de las enfermeras y percepciones de las embarazadas

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i3.5241

Resumen

Introducción: Un embarazo saludable para el binomio madre-hijo requiere de una atención prenatal de calidad, anclada en las políticas de salud pública y, por ser un embarazo de bajo riesgo, puede ser acompañado por una enfermera. El objetivo fue: Identificar las acciones realizadas por los enfermeros durante la atención prenatal de bajo riesgo en el Sistema Único de Salud; Comprender la importancia de la profesión de enfermería y su atención a las gestantes en control prenatal y describir la percepción de las gestantes respecto a la atención que reciben las enfermeras en el control prenatal de bajo riesgo. Materiales y Métodos: investigación descriptiva, cuantitativo-cualitativa, realizada con 12 mujeres que realizaban consultas de prenatal en unidades de salud pública. Resultados: No se visualizó el número ideal de consultas prenatales, sin embargo fue posible identificar acciones recomendadas en el ámbito de la salud pública. Las mujeres embarazadas consideraron ventajosas las consultas con la enfermera y recibieron información importante para su salud. Sin embargo, algunas directrices fueron identificadas como insuficientes, como: lactancia materna, salud mental, planificación reproductiva y aspectos del posparto. Discusión: la enfermera capacitada para realizar atención prenatal debe promover la satisfacción durante las consultas, aumentando la confianza de la embarazada. Consideraciones finales: el estudio contribuye a que las entidades gubernamentales incentiven y faciliten cursos de especialización/residencia en obstetricia para que las enfermeras estén cada vez más capacitadas para brindar atención en salud materno-fetal, ampliando el acceso a los servicios y mejorando las deficiencias existentes.

Palabras clave: Embarazo; Prenatal; Enfermero; Enfermería Obstétrica.

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Biografía del autor/a

Elayne Arantes Elias, Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão (CENSUPEG)

Doutora em Enfermagem. Docente da Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão – CENSUPEG e assistencialista no Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Marcelle Abrantes Freixo Faria, Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão (CENSUPEG)

Graduação em Enfermagem. Pós-Graduanda em Gestão em Programas de Saúde da Família. Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão – CENSUPEG, São Fidélis, Rio de Janeiro, Brasil.

Lethicia Marisol da Silva Barrozo, Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão (CENSUPEG)

Graduação em Enfermagem. Pós-Graduanda em Terapia Intensiva. Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão – CENSUPEG, São Fidélis, Rio de Janeiro, Brasil.

Geovana Martins Silva, Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão (CENSUPEG)

Graduação em Enfermagem. Pós-Graduação em Enfermagem do Trabalho e Pós-Graduanda em Enfermagem em Saúde da Mulher. Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão – CENSUPEG, São Fidélis, Rio de Janeiro, Brasil.

Saulo Basilio Lopes, Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão (CENSUPEG)

Graduação em Enfermagem. Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão – CENSUPEG, São Fidélis, Rio de Janeiro, Brasil. 

Heloíza Moraes de Azevedo, Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão (CENSUPEG)

Graduação em Enfermagem.. Faculdade de Ciências, Educação, Saúde, Pesquisa e Gestão – CENSUPEG, São Fidélis, Rio de Janeiro, Brasil.

Publicado

2025-10-31