Oficina de Autogestão de Emoções: Uma Intervenção Piloto em Adolescentes

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DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i2.3419

Resumo

Introdução: Intervenções de autogestão de emoções, estruturadas em pequenos grupos, ajudam jovens adolescentes a melhorar o processo de autoconhecimento, gestão de emoções, diminuição níveis de ansiedade, diminuição de comportamentos de risco. Objetivos: Implementar uma intervenção piloto, na área autogestão de emoções, capacitar os jovens adolescentes a lidar/gerir emoções e promover o bem-estar físico/mental. Metodologia: Estudo piloto comparativo entre Portugal e Brasil, do tipo quasi experimental, reportando-se à fase I do projeto “oficina de autogestão de emoções”.  Intervenção realizada em grupo, de janeiro a junho 2022, em Escolas da Região Norte de Portugal e do Estado de Rio Janeiro no Brasil. Estudantes com idades compreendidas entre os 14-18 anos a frequentar o ensino médio/secundário.  Cada oficina foi realizada quinzenalmente com a duração de 40 minutos, constituída por 15 jovens. Nas oficinas foram trabalhadas temáticas como: a autogestão e o lidar com emoções, a ansiedade e comportamentos de risco, assim como a promoção do bem-estar físico e mental. Cumpridos todos os pressupostos éticos da investigação, de acordo com a Declaração de Helsínquia. Resultados e discussão: Nas escolas foram implementadas estratégias de trabalho de grupo como: utilização do corpo para expressão de emoções, a mímica, o desenho, a escrita/poesia, a música. Estas estratégias permitiram aos adolescentes uma melhor capacitação para lidar com as emoções, a ansiedade e o autoconhecimento. Considerações finais: A intervenção apresentada: escutar/comunicar, constitui-se como um modelo para planear outras intervenções que visem ajudar os adolescentes a tornarem-se autoconfiantes, menos ansiosos, adquirir competências na gestão emoções, diminuir comportamentos risco, obtendo a plenitude do bem-estar físico e mental.

Palavras-Chave: Autogestão; Emoções; Adolescentes; Intervenção; Capacitação.

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Biografia do Autor

Isilda Ribeiro, Escola Superior de Enfermagem do Porto (ESEP) Portugal

Professor Coordenador, Escola Superior de Enfermagem do Porto/CINTESIS@RISE, Nursing School of Porto (ESEP), Porto, Portugal.

José Carlos Carvalho, Escola Superior de Enfermagem do Porto (ESEP) Portugal

Escola Superior de Enfermagem do Porto, ESEP - PortugalCenter for Health Technology and Services Research (CINTESIS). Professor Coordenador, Escola Superior de Enfermagem do Porto/CINTESIS@RISE, Nursing School of Porto (ESEP), Porto, Portugal.

Cláudia Mara Melo Tavares, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Professora Titular da Universidade Federal Fluminense Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa, Niteroi, Rio de Janeiro, Brasil.

Paula Isabella Fonseca, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Professora Adjunta I, Universidade Federal Rio de Janeiro Escola de Enfermagem Anna Nery (EEAN). Rio de Janeiro, Brasil.  

Lais Mariano de Paiva, Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ)

Professora Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Rio de Janeiro, Brasil. 

Sónia Patrícia Alves, Aces Porto Ocidental (UCC) Portugal

PhD Student at Oporto University – Instituto Ciências Biomédicas Abel Salazar. Enfermeira Especialista em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria, Aces Porto Ocidental-UCC Boavista, Porto, Portugal.

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Publicado

19-07-2025