Anencefalia e a Atuação do Enfermeiro: uma Revisão da epidemiologia e da literatura
DOI:
https://doi.org/10.21727/rpu.v16i3.4353Resumo
A anencefalia pode ser definida como ausência completa ou parcial do encéfalo sendo causado por fatores internos ou externos e segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o quarto colocado no número de nascimentos de fetos anencéfalos (1/1600 nascidos vivos), ficando atrás somente do México, Chile e Paraguai. Este estudo tem como objetivo estudar a prevalência de anencefalia na população do estado do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Trata-se de uma revisão de literatura, com buscas na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) utilizando os seguintes descritores: Enfermagem AND Anomalias congênitas AND Anencefalia. Os critérios para inclusão utilizados foram textos completos, em português e publicados no intervalo de 2013 a 2023. Foram encontrados 2720 artigos que tiveram seus conteúdos lidos, dos quais 6 foi selecionado para leitura crítica a base de dados DATASUS também foi utilizada. Mediante aos artigos encontrados foi possível separar em 3 categorias sendo elas: assistência de enfermagem a puérperas de recém-nascido com malformações, prevenção de malformações fetais e cuidados de enfermagem ao recém-nascido com malformações onde foi feita a relação junto aos dados do DATASUS. Foi possível concluir que a anencefalia vem se tornando uma emergência de saúde pública através dos dados epidemiológicos e como o enfermeiro pode lidar com esta situação, à atuação do enfermeiro no cenário das anomalias congênitas, vem trazendo consigo a autonomia que o enfermeiro que possui aplicando conhecimento para poder apresentar um atendimento, planejamento e cuidados de qualidade para aquela gestante.
Palavras-Chave: Enfermagem; Anomalias Congênitas; Anencefalia.
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