Os benefícios do aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i3.4362

Resumo

Introdução: Este estudo teve como objetivo sintetizar os dados disponíveis na literatura sobre a importância do aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida do bebê e o papel da equipe de enfermagem nesse processo. Metodologia: Trata-se de um estudo qualitativo, exploratório descritivo que foi realizado através de uma revisão integrativa de literatura, com intuito de compreender e discutir sobre qual a importância do aleitamento materno até os seis meses e  o papel da equipe de enfermagem nesse processo. Resultados: Mostraram que a equipe de enfermagem tem a responsabilidade de incentivar o cuidado humanizado, garantindo que a assistência prestada seja respeitosa e acolhedora. Discussão: Os profissionais enfermeiros, desempenham um papel muito importante na promoção, ensino e definição do aleitamento materno, especialmente para jovens e primíparas. Problemas físicos como retenção de leite, inflamação da mama, obstrução dos ductos de leite, lesões nos mamilos, feridas mamárias, infecções e outros dificultam a amamentação. Essas condições muitas vezes levam à interrupção do aleitamento materno e ao início da fórmula com leite processado. A orientação profissional, reuniões de grupo, participação da família durante o período de amamentação, consultas de pré-natal, planos de intervenção baseados nas necessidades de treinamento e educação dos profissionais que atuam nesse processo, são estratégias valiosas para instruir e estimular o aleitamento. Considerações Finais: Nesse sentido, ressalta-se a relevância do papel do enfermeiro na viabilização da amamentação, devendo direcionar a prática educativa com o objetivo de diminuir as dificuldades, aprimorar as condições que facilitam a amamentação.

Palavras-Chave: Aleitamento Materno; Lactentes; Nutrição.

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Biografia do Autor

Lorraine Nascimento Teixeira Braga, Universidade de Vassouras

Enfermeira pela UniVassouras, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

Geisa Sereno Velloso da Silva, UniVassouras

Mestre em Enfermagem pela UFRJ. Docente do Curso de Enfermagem, Universidade de Vassouras, RJ, Brasil.

Marilei de Melo Tavares, UniVassouras

Doutora. Professor do Curso de Enfermagem, UniVassouras. RJ, Brasil. 

Mario Luiz Jacobino Ribeiro, UniVassouras

Mestre. Professor do Curso de Enfermagem, UniVassouras, RJ, Brasil. 

Rafaela Barboza Arantes, UniVassouras

Enfermeira. Professora do Curso de Enfermagem, UniVassouras. RJ, Brasil. 

Alessandra da Silva de Souza, Universidade de Vassouras

Mestre. Professor do Curso de Enfermagem, Universidade de Vassouras. RJ, Brasil.

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Publicado

03-10-2025