Panorama do Uso da Doxiciclina como Profilaxia para Infecções Sexualmente Transmissíveis
Uma Revisão Integrativa
DOI:
https://doi.org/10.21727/rpu.v16i1.4873Resumo
A utilização da profilaxia pré-exposição ao Vírus da Imunodeficiência Humana (PrEP-HIV) tem sido relacionada ao aumento das demais infecções sexualmente transmissíveis, devido à sua efetividade em reduzir a transmissão do HIV e, consequentemente, a adesão ao uso de preservativos. Assim, verifica-se a necessidade de um estudo para analisar as evidências do uso da Doxiciclina contra as ISTs bacterianas, de modo a recomendar a profilaxia pós-exposição como uma política de saúde pública. Realizou-se uma revisão integrativa da literatura com os dados do “Pubmed’’, “Scielo’’, “Biblioteca Virtual em Saúde’’ e “Cochrane Trials’’ dos últimos 10 anos, usando os descritores “Doença Sexualmente Transmissível’’, “Doxiciclina’’ e “Prevenção Primária a Doenças’’. Nos estudos analisados, observou-se que o uso de doxiciclina em até 24h após o ato sexual desprotegido propiciou menor ocorrência de IST quando comparado aos que não realizaram a profilaxia. Conclui-se, então, que a profilaxia com doxiciclina mostrou-se relevante na contenção do aumento do número de casos entre os indivíduos que apresentam comportamento de risco. Entretanto, ressalta-se a importância da vigilância epidemiológica para a emergência de cepas resistentes ao esquema proposto.
Palavras-Chave: Doença Sexualmente Transmissível; Doxiciclina; Prevenção Primária a Doenças.
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