Repercussões do diagnóstico e a produção do cuidado de sífilis na gestação: percepções de mulheres atendidas em uma unidade de saúde da família

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i3.4893

Resumo

O trabalho tem como objetivo analisar as repercussões do diagnóstico Sífilis na gestação e a percepção do cuidado dessas mulheres em uma Unidade de Saúde da Família de uma capital do Nordeste, Brasil. Trata-se de uma pesquisa exploratória com abordagem qualitativa, realizada em uma Unidade de Saúde da Família localizada em uma capital do Nordeste, no Brasil. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas contendo perguntas sobre o perfil sociodemográfico, gestação e o diagnóstico de sífilis com gestantes que apresentaram sífilis no período dos anos de 2019 a 2022. As entrevistas foram efetuadas após assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O conteúdo das entrevistas foi analisado por meio da Análise de Conteúdo proposta por Bardin, através de três etapas. Foram realizadas 09 entrevistas, sendo todas com pessoas do gênero feminino, apresentando idade entre 21-40 anos, a maioria de raça/cor parda e estado civil solteira, número de filhos variou entre 0-7 filhos, todas se auto declaram heterossexuais e a maior parte possui ensino médio completo. Diante das entrevistas e através da Análise de Conteúdo proposta por Bardin foram elaboradas 02 categorias temáticas: Sentimentos desenvolvidos a partir da vivência da Sífilis gestacional e Conhecimentos sobre Sífilis e demais infecções sexualmente transmissíveis. O diagnóstico de um agravo ou doença no período da gravidez aumenta o desenvolvimento de sentimentos negativos e ocasiona preocupação em toda a fase gravídica, já que existe a possibilidade de atingir ao feto. Além disso, este trabalho revela que as participantes tinham pouco e/ou insuficiente discernimento sobre a Sífilis.

Palavras-Chave: Gestação; Sífilis; Diagnóstico.

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Biografia do Autor

Adriele Gomes Santana , Secretaria de Saúde do Estado da Bahia

Especialista em Saúde da Família- Universidade do Estado da Bahia, Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, Salvador-Bahia, Brasil.

Manuela Maciel Souza Codeço, Prefeitura Municipal de Salvador

Prefeitura Municipal de Salvador, Secretaria Municipal de Saúde de Salvador; Salvador-Bahia, Brasil.

Marcia Cristina Graça Marinho, Universidade do Estado da Bahia (UNEB)

Professor Adjunto dod Departamento de Ciências da Vida, Universidade do Estado da Bahia; Salvador-Bahia, Brasil.

Marcio Costa de Souza, Universidade do Estado da Bahia (UNEB)/Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)

Fisioterapeuta, Mestre em Saúde Coletiva, Doutor em Medicina e Saúde Humana. Professor Adjunto do Departamento de Saúde da Universidade Estadual de Feira de Santana. Professor Permanente do Mestrado Profissional em Saúde Coletiva da UEFS. Professor Permanente do Mestrado Profissional em Saúde Coletiva da UNEB.

Acássia Benjamim Leal Pires, Universidade do Estado da Bahia (UNEB)

Professora Titular Departamento de Ciências da Vida Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Professora colaboradora do Programa de Pós Graduação em Ciências Farmacêuticas. Salvador, Bahia, Brasil.

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Publicado

31-10-2025