Assistência de Enfermagem à vítima de escorpionismo culminando em Acidente Vascular Encefálico: Estudo de Caso

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i3.4940

Resumo

Introdução: acidentes escorpiônicos é um grave problema de saúde pública no Brasil. As complicações decorrentes do evento são múltiplas, assim, a enfermagem e demais equipes de saúde devem prestar cuidados imediatos e resolutivos. O objetivo desse estudo é relatar o caso de um paciente vítima de escorpionismo com desfecho de acidente vascular encefálico hemorrágico (AVE-H) com foco na assistência de enfermagem.  Materiais e Métodos: trata-se de um estudo de caso descritivo. As informações foram coletadas de dados primários, relato discursivo do paciente e acompanhante, além de dados secundários em prontuário; para a construção deste artigo, buscaram-se literaturas relacionadas ao tema em bases de dados científicas. Resultados: O caso do paciente foi classificado como quadro grave, apresentando alterações sistêmicas (neurológicas e circulatórias) decorrentes do envenenamento. Assim, foram traçados 8 diagnósticos de enfermagem. Discussão: a associação entre AVE-H e escorpionismo está pouco elucidada na literatura, porém foi possível estabelecer relações devido aos mecanismos de ação do veneno escorpiônico já estudados e comprovados. A enfermagem destaca-se nesse cenário pela assistência prestada desde a chegada do paciente no ambiente hospitalar até a conduta terapêutica e alta hospitalar. Conclusão: o estudo forneceu compreensão abrangente do escorpionismo, explorando possíveis desfechos com o AVE-H. Na enfermagem, destacou-se os diagnósticos de confusão aguda, mobilidade física e comunicação verbal prejudicadas, sendo necessárias intervenções específicas. Com isso, reafirmou-se a importância da assistência de enfermagem capacitada nesses agravos.

Palavras-Chave: Envenenamento por Escorpião; AVC Hemorrágico; Assistência de Enfermagem.

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Biografia do Autor

Nayla do Nascimento Assis, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem, da Universidade Federal da Bahia. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil.

Letícia Lima Souza, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem, da Universidade Federal da Bahia. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil.

Daniela Silva Pinheiro, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem, da Universidade Federal da Bahia. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil.

Giselle Adriane Aguiar de Araújo, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem, da Universidade Federal da Bahia. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil

Iasmin Lacerda Rodrigues, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem, da Universidade Federal da Bahia. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil.

Rafaela Magnavita Ferraz Amaral, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem, da Universidade Federal da Bahia. Vitória da Conquista, Bahia, Brasil.

Juliana Xavier Pinheiro Cunha, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Bahia, Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. 

Chrisne Santana Biondo, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Bahia, Vitória da Conquista, Bahia, Brasil

Drieli Oliveira Silva, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Bahia, Vitória da Conquista, Bahia, Brasil.

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Publicado

03-10-2025