Repercussões na qualidade de vida do homem com Doença Renal Crônica

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i3.5219

Resumo

Introdução: A doença renal crônica (DRC) gera vários impactos distintos, e de formas diferentes abalam os diversos grupos sociais. No caso dos homens, a fragilidade imposta pela doença e a necessidade constante de cuidados podem desencadear sentimentos negativos que influenciarão no cotidiano e na vida social. Materiais e Métodos: Este estudo consiste em uma pesquisa exploratória descritiva, de abordagem mista (QUAN + QUAL). Resultados: Os pacientes renais enfrentam, no dia a dia, limitações, frustrações, prejuízos e mudanças biopsicossociais que afetam sua qualidade de vida. Assim, demanda-se um gerenciamento constante de numerosas informações sobre a doença, exigindo atenção contínua e esforço para manter o foco e a concentração. Discussão: Doença Renal Crônica afeta de forma abrangente a vida dos pacientes, exigindo um tratamento multidisciplinar que considere as dimensões físicas, emocionais e sociais. O estudo realizado destaca a importância do apoio psicológico, a superação das barreiras econômicas e a necessidade de maior acesso ao transplante renal. A abordagem humanizada e o cuidado integral são fundamentais para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e ajudá-los a lidar com as dificuldades impostas pela doença. Considerações finais. Em síntese, a Doença Renal Crônica (DRC) impacta significativamente a vida dos pacientes, exigindo cuidado integral não apenas médico, mas também psicológico e social. A ansiedade, desgaste emocional e limitações econômicas são comuns e afetam a saúde física e emocional. Uma abordagem humanizada e centrada no paciente, que considere suporte emocional e espiritual, é essencial para melhorar a qualidade de vida e a adesão ao tratamento.

Palavras-Chave: Homem; Doença Renal Crônica; Hemodiálise.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Keila do Carmo Neves, Universidade Iguaçu (UNIG)

Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Instituição: Universidade Iguaçu, Nova Iguaçu - RJ, Brasil. 

Ana Fagundes Carneiro, Universidade Iguaçu (UNIG)

Graduanda em Enfermagem pela Universidade Iguaçu, Nova Iguaçu - RJ, Brasil.

Ane Raquel de Oliveira, Universidade Iguaçu (UNIG)

Graduada em Enfermagem pela Universidade Iguaçu (UNIG). Pós Graduanda em Docência em Enfermagem (FAVENI) e Pós graduanda em gestão de saúde da família UNIGAMA. Universidade Iguaçu, Nova Iguaçu - RJ, Brasil.

Layse da Silva Vieira, Universidade Iguaçu (UNIG)

Graduada em Enfermagem pela Universidade Iguaçu (UNIG). Nova Iguaçu - RJ, Brasil.

Bruna Porath Azevedo Fassarella, Universidade de Vassouras (FUSVE)

Mestra em Urgência e Emergência pela Universidade de Vassouras (FUSVE). Universidade Iguaçu (UNIG), Nova Iguaçu - RJ, Brasil.

Wanderson Alves Ribeiro, Universidade Iguaçu (UNIG) / Universidade Federal Fluminense (PACCS-UFF)

Doutorando pelo Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado da Universidade Federal Fluminense (UFF). Instituição: Universidade Iguaçu. Endereço: Nova Iguaçu - RJ, Brasil.

Downloads

Publicado

31-10-2025