Geração em risco: a epidemia da obesidade infantil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i3.5268

Resumo

A obesidade infantil é uma doença crônica, heterogênea, recorrente e associada a várias complicações de saúde. Tem sido considerada um grande problema de saúde pública devido aos níveis elevados de sua prevalência em todo o mundo. O objetivo deste estudo foi descrever a prevalência de obesidade em crianças de cinco a dez anos de idade no Brasil, acompanhadas na Atenção Primária à Saúde. Estudo ecológico de abordagem descritiva, com dados oriundos do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde. Foram analisados os dados de 823.421 crianças de cinco a 10 anos de idade, com excesso de peso.  A região brasileira com maior prevalência de obesidade infantil foi a Nordeste (34,4%), seguida da Sudeste (32,6%). No ano de 2023, os meninos apresentaram maior prevalência de obesidade total (15,9%) em relação às meninas (12,9%). A região Sudeste apresentou o maior consumo de verduras e legumes (71%), e o consumo de ultraprocessados transpôs a marca dos 80% em todas as regiões. Destaca-se a importância de recortes epidemiológicos para que as abordagens preventivas da obesidade infantil se concentrem em intervenções viáveis, eficazes e que impactem positivamente a saúde das crianças. 

Palavras-Chave: Obesidade; Criança; Epidemiologia; Saúde da Criança. 

 

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Biografia do Autor

Daniela Avelar Tavares, Universidade de Rio Verde (UniRV)

ADiscente de Graduação em Medicina, Universidade de Rio Verde (UniRV), Goiânia, Goiás, Brasil.

Carla Queiroz Fernandes De Paula, Universidade de Rio Verde (UniRV)

Discente de Graduação em Medicina, Universidade de Rio Verde (UniRV), Goiânia, Goiás, Brasil.

Giovanna Ferreira de Souza, Universidade de Rio Verde (UniRV)

Discente de Graduação em Medicina, Universidade de Rio Verde (UniRV), Goiânia, Goiás, Brasil.

Renata Félix de Moura, Universidade de Rio Verde (UniRV)

Discente de Graduação em Medicina, Universidade de Rio Verde (UniRV), Goiânia, Goiás, Brasil.

Fernando Silvério Vieira Bento Pinheiro, Universidade de Rio Verde (UniRV)

Discente de Graduação em Medicina, Universidade de Rio Verde (UniRV), Goiânia, Goiás, Brasil.

Heloísa Silva Guerra, Universidade de Rio Verde (UniRV)

Docente do Curso de Medicina, Doutora em Saúde Coletiva Universidade de Rio Verde (UniRV), Goiânia, Goiás, Brasil.  

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Publicado

31-10-2025