Impactos do ensino remoto emergencial na saúde mental de acadêmicos de enfermagem

Autores

Resumo

Introdução: A pandemia COVID-19, devido ao isolamento social, modificou o modelo de aulas presenciais colocando o ensino remoto emergencial como a única forma de continuar com o processo formativo em enfermagem. O estudo objetiva identificar os principais impactos do ensino remoto emergencial ofertado durante a pandemia COVID-19 na saúde mental de acadêmicos de enfermagem. Materiais e método: Trata-se de um estudo de revisão integrativa, norteado pela pergunta: “Quais os impactos do ensino remoto emergencial na saúde mental de acadêmicos de enfermagem durante a pandemia COVID-19? A busca foi realizada na Biblioteca Virtual em Saúde e National Library of Medicine - PubMed, resultando em 8 artigos após aplicação dos filtros e critérios de exclusão. Resultados e discussão: As evidências científicas revelaram que os acadêmicos de enfermagem devido ao ensino remoto emergencial vivenciaram desafios singulares que impactaram diretamente seu bem-estar emocional, vez que apresentaram sentimentos/sensações desagradáveis impulsionados pelo isolamento social, interrupção de atividades práticas, ausência de suporte tecnológico, entre outros. Tais sentimentos/sensações foram: ansiedade, estresse, medo, sobrecarga, frustração, abandono, preocupação, irritabilidade, exaustão, depressão, desconforto, desgaste mental e desqualificação profissional. Considerações finais: oferecimento/fortalecimento de suporte psicológico e técnico, ampliação de laboratórios de simulação técnica e flexibilização curricular para práticas assistenciais supervisionadas são algumas estratégias a serem implementadas pelas instituições de ensino superior no sentido de assegurar o desenvolvimento das competências necessárias à formação dos acadêmicos de enfermagem que vivenciaram a pandemia COVID-19.

Palavras-chave: Covid-19; Discente; Enfermagem; Ensino Remoto; Saúde Mental. 

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Biografia do Autor

Joana Angélica Andrade Dias, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Docente do Curso de Graduação em Enfermagem (Doutora em Enfermagem/UERJ), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/UESB, Jequié, Bahia, Brasil.

Iana Sabrine Almeida da Silva, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/UESB, Jequié, Bahia, Brasil. 

Flavia Pedro dos Anjos Santos, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Docente do Curso de Graduação em Enfermagem (Doutora em Enfermagem/UERJ), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/UESB, Jequié, Bahia, Brasil.

Zulmerinda Meira Oliveira, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Docente do Curso de Graduação em Enfermagem (Doutora em Enfermagem/UERJ), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/UESB, Jequié, Bahia, Brasil.

Ronney Pereira Cabral, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Docente do Curso de Graduação em Enfermagem (Doutor em Ciências da Educação/UNR/UFC), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/UESB, Jequié, Bahia, Brasil. 

Cortes De Jesus, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/UESB, Jequié, Bahia, Brasil.  

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Publicado

31-01-2026