Aspectos bioéticos na assistência de pacientes oncológicos em cuidados paliativos: uma revisão integrativa

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DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i3.5607

Resumo

Introdução: Os cuidados paliativos têm sido amplamente reconhecidos como uma abordagem essencial no tratamento de pacientes oncológicos e de seus familiares, pois visam oferecer melhora na qualidade de vida. Assim, assistência e as condutas terapêuticas objetivam reduzir às adversidades e promover bem-estar a todos os envolvidos no processo, bem como preservar a autonomia e o autocuidado do paciente. Nessa perspectiva, a Bioética oferece uma reflexão abrangente e interdisciplinar sobre as ações que envolvem a existência e a vivência humana. Objetivo: Identificar os aspectos bioéticos envolvidos nos cuidados paliativos a pacientes oncológicos. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo de revisão integrativa da literatura. As bases de dados utilizadas foram LILACS, MEDLINE, SciELO e BDENF, com descritores: bioética; cuidados paliativos; oncológico; câncer, combinados através dos operadores booleanos “AND” e “OR”. Os critérios de inclusão foram artigos originais na íntegra, compreendidos no período de 2019 a 2024, publicados em idiomas português e inglês. Resultados: Foram analisados 13 artigos, os quais evidenciaram as principais condutas bioéticas nos cuidados paliativos, os desafios enfrentados diante das adversidades no atendimento a pacientes oncológicos, bem como as percepções sobre as dimensões que envolvem essa prática. Considerações finais: É possível afirmar que a bioética é fundamental na condução dos cuidados paliativos a pacientes oncológicos, pois contribui para uma assistência digna e humanizada. Essa atuação está pautada nos princípios bioéticos da autonomia, beneficência, não maleficência e justiça, que orientam a tomada de decisão frente à complexidade desses casos.

Palavras-chave: Aspectos Bioéticos; Pacientes Oncológicos; Cuidados Paliativos.

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Biografia do Autor

Fabiana Paula Reis Aderne, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Mestranda em Ciências da Saúde pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde (PPGES) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB.  Graduada em Enfermagem UESB. Jequié, Bahia, Brasil.

Victória Bomfim Santos, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Mestranda em Ciências da Saúde pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde (PPGES) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB.  Graduada em Fisioterapia UESB. Jequié, Bahia, Brasil. 

Sabrina da Silva Caires, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Mestranda em Ciências da Saúde pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde (PPGES) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB. Graduada em Fisioterapia UESB. Jequié, Bahia, Brasil.

Maria Madalena Souza dos Anjos Neta, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Docente Titular do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas (DCSA) e do Programa de Pós Graduação em Enfermagem e Saúde (PPGES) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB. Jequié, Bahia, Brasil.

Charles Souza Santos, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Docente Titular do Departamento de Saúde II (DSII) e do Programa de Pós Graduação em Enfermagem e Saúde (PPGES) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, Jequié, Bahia, Brasil.

Sérgio Donha Yarid, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Docente Titular do Departamento de Saúde I (DSI) e Coordenador do Programa de Pós Graduação em Enfermagem e Saúde (PPGES) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, Jequié, Bahia, Brasil.

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Publicado

03-10-2025