Efeitos físicos e emocionais dos anticoncepcionais orais: concepção de estudantes da área de saúde

Autores

Resumo

Introdução: A utilização de métodos contraceptivos tem aumentado de maneira significativa nas últimas décadas; entretanto, a exposição prolongada a esses métodos pode acarretar impactos relevantes na saúde física e emocional das mulheres. Objetivos: Identificar as alterações físicas e emocionais mais frequentemente relatadas por estudantes da área de saúde em uso de anticoncepcionais orais e analisar em quais fases do ciclo de utilização dos anticoncepcionais orais essas alterações ocorrem com maior frequência e intensidade. Metodologia: Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa com enfoque descritivo exploratório. As participantes foram estudantes dos cursos da área de saúde de uma universidade pública do sudoeste baiano. A coleta foi iniciada a partir da aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, parecer 7.467.294, por meio de um questionário semiestruturado auto preenchido, no mês de abril de 2025, utilizando a plataforma Google Forms e grupos de WhatsApp. A Técnica de Análise de Conteúdo de Bardin foi utilizada para a organização dos dados. Resultados: A maioria das participantes tinham entre 22 a 25 anos, cursavam 5º ao 9º semestre,  predominantemente católicas e a maioria do curso de enfermagem. Apresentaram diferentes concepções acerca dos métodos contraceptivos. Observou-se que o uso inadequado ou aleatório pode acarretar prejuízos à saúde. As alterações físicas e emocionais relatadas variaram desde o primeiro mês até sete anos de uso, incluindo ganho de peso, retenção hídrica, náuseas, acne, oscilações de humor e sensibilidade mamária. Conclusão: O uso dos anticoncepcionais orais em estudantes da área de saúde desencadeou reações adversas, evidênciando a importância de um acompanhamento profissional.

Palavras-chave: Anticoncepcionais Orais; Ciências da Saúde; Enfermagem; Estudantes.

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Biografia do Autor

Geiza da Silva Queiroz, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Geiza da Silva Queiroz. Graduanda em Enfermagem pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Jequié-Bahia, Brasil. 

Zulmerinda Meira Oliveira, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Doutora em Enfermagem pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, (UERJ). Brasil. 

Amanda de Alencar Pereira Gomes, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Luana Moura Campos. Professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Brasil. 

Bianca Macedo Dias, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Graduanda em Enfermagem pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Jequié-Bahia, Brasil. 

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Publicado

31-01-2026