Consulta de Enfermagem em Puericultura: Perspectivas do Acadêmico de Enfermagem e Estratégia de Incentivo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i2.4439

Resumo

Introdução: Baseada em conteúdos científicos, a puericultura avalia periodicamente a evolução de crianças de zero a 5 anos de idade, averiguando se está adequado a sua idade. Objetivo: Assim, junto ao acadêmico de enfermagem, buscou-se refletir sobre a importância do incentivo a sua realização, pois há uma queda em sua adesão. Material e Métodos: Trata-se de um estudo exploratório de caráter descritivo e de abordagem mista, sendo qualitativa e quantitativa, tendo a pesquisa e a coleta de dados, feita por meio da plataforma Google Forms com um questionário de 8 questões, na UNIG (Universidade Iguaçu) campus 1, situada na Baixada Fluminense, entre Abril e Setembro de 2023. Salienta-se que foram atendidos os princípios éticos da Resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS) n°466/2012. Resultados e Discussão: Analisando os dados, notou-se 100% dos participantes concordaram sobre a relevância da temática, salientando sua importância para a manutenção da saúde da criança, e sobre a orientação ser a estratégia primordial para iniciar/manter o acompanhamento da mesma.  Acerca da adesão e frequência às consultas de puericultura, 56% acreditam que a redução se deve ao isolamento social durante a pandemia de COVID-19. Enquanto as facilidades e dificuldades encontradas, 12% não soube informar, enquanto 88% afirmam as Unidades Básicas de Saúde como instrumento facilitador de acesso e como dificuldade a constância dos responsáveis. Conclusão: Portanto, é necessária uma boa qualificação desde a graduação para que se desenvolva estratégias positivas para uma puericultura adequada, pois ela é fundamental para o crescimento e desenvolvimento adequado da criança.

Palavras-Chave: Enfermagem; Puericultura; COVID-19.

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Biografia do Autor

Keila do Carmo Neves, Universidade Iguaçu (UNIG)

Enfermeira. Doutora em Enfermagem pela UFRJ. Docente Curso Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Andreia Cordeiro Andrade, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Lavínia Murabak Antunes, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Elisa de Lima Rezende de Carvalho, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Vitória Torquato Silva Miranda, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Andressa Campolino Sobral, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Bruna Porath Azevedo Fassarella, Universidade Iguaçu (UNIG)

Enfermeira. Mestre em Ciências Aplicadas em Saúde. Docente do Curso Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Wanderson Alves Ribeiro, Universidade Iguaçu (UNIG) / Universidade Federal Fluminense (PACCS-UFF)

Enfermeiro. Docente Curso enfermagem e Pós-graduação em Enfermagem em Neonatologia e Pediatria Universidade Iguaçu (UNIG). Mestre e Doutorando pelo Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da UFF, Niteró, RJ, Brasil. 

Gabriel Nivaldo Brito Constantino, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmico de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

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Publicado

19-07-2025