Segurança do Paciente: Evidências para o Cuidado Pediátrico na Perspectiva do Acadêmico de Enfermagem

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i2.4440

Resumo

Introdução: A Segurança do paciente visa reduzir o risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde a um mínimo aceitável, sendo abordada constantemente nos diversos níveis de atenção à saúde. Objetivo: Assim, buscou-se verificar a percepção do acadêmico de enfermagem frente a segurança do paciente na Unidade de pediatria. Material e Métodos: Trata-se de um estudo exploratório descritivo, de abordagem mista (quantitativo + qualitativo), apresentando diferentes perspectivas dos graduandos de Enfermagem relacionadas a segurança do paciente nas unidades de pronto atendimento pediátrico por meio da pesquisa de campo. Resultados e Discussão: Analisando os dados, das 51 pessoas que responderam ao formulário, 100% descreveram que é de suma importância a segurança do paciente dentro do ambiente hospitalar, sendo o serviço de enfermagem fundamental para a recuperação do paciente. Em relação às facilidades e dificuldades encontradas para manter a segurança do paciente pediátrico, 1,9% não souberam responder, enquanto 98,1% narram a facilidade pelo contato diário com o paciente e a dificuldade ser a grande demanda que os profissionais têm. Ressalta-se que das 100% das pessoas que responderam a pesquisa 31,37% não fizeram nenhum curso complementar ou assistiu palestra sobre o tema segurança do paciente Conclusão: É de conhecimento geral que a segurança do paciente é de extrema importância, sobretudo a do paciente pediátrico, que é a temática abordada no artigo. Também é notável que cada vez mais os acadêmicos buscam conscientizar e se informar sobre o tema.

Palavras-Chave: Enfermagem; Pediatria; Segurança do Paciente.

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Biografia do Autor

Keila do Carmo Neves, Universidade Iguaçu (UNIG)

Enfermeira. Mestre e Doutora em Enfermagem pela UFRJ. Docente Curso de em Enfermagem da Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Gabriel Nivaldo Brito Constantino, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmico de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Ana Carolina Fernandes de Souza Gusmão, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Anna Caroline da Costa Nascimento, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Karen Cristina de Jesus Silva Lombardi, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Eduarda Gomes Torquato Rodrigues, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Bruna Porath Azevedo Fassarella, Universidade Iguaçu (UNIG)

Enfermeira. Mestre em Ciências Aplicadas em Saúde. Docente Curso Enfermagem da Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Wanderson Alves Ribeiro, Universidade Iguaçu (UNIG) / Universidade Federal Fluminense (PACCS-UFF)

Enfermeiro. Docente Curso enfermagem e Pós-graduação em Enfermagem em Neonatologia e Pediatria Universidade Iguaçu (UNIG). Mestre e Doutorando pelo Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da UFF, Niteró, RJ, Brasil.  

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Publicado

19-07-2025