Segurança do Paciente nas Unidades de Atendimento à Criança: Evidências para o Cuidado Pediátrico em Enfermagem

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i2.4441

Resumo

Introdução: A Segurança do paciente visa reduzir o risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde a um mínimo aceitável, sendo o enfermeiro essencial em sua promoção. Objetivo: Asim buscou-se analisar a percepção deste profissional ante a segurança do paciente na Unidade de Pronto Atendimento. Material e métodos: Tratando-se de um estudo exploratório descritivo, de abordagem mista (qualitativo e quantitativo), teve sua coleta de dados realizada com profissionais de Enfermagem de Unidades de atendimento e pronto atendimento pediátrico de Nova Iguaçu por meio de um questionário semiestruturado com perguntas abertas e fechadas de modo que se atendesse aos princípios éticos da Resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS) nº 466/12. Resultados e Discussão: Verificou-se que 75% dos entrevistados têm entre 23 e 44 anos, 56,3% residem na Baixada Fluminense, 36,7% são enfermeiros e 63,3% técnicos de enfermagem. Ademais, 76,92% dos profissionais afirmam o comprometimento da segurança do paciente devido à sobrecarga e à falta de mão de obra capacitada. Igualmente, 72,41% orientam sua equipe sobre a temática, as metas internacionais e os erros mais comuns, contudo, 44,82% relatam terem participado de palestras ou cursos de atualização voltados para a segurança do paciente, porém,17,24% nunca tiveram nenhum treinamento sobre. Conclusão: Portanto, expõe-se a necessidade da disponibilização de certificações de protocolos de segurança do paciente, pois há a persistência de falhas na execução destes por parte da equipe. Assim, ter-se-á uma mão de obra qualificada e que reduzirá os riscos de danos ao minímo aceitável.

Palavras-Chave: Enfermagem; Pediatria; Segurança do Paciente.

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Biografia do Autor

Ana Fagundes Carneiro, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Ane Raquel de Oliveira, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Lorrany Moreira Assunção da Cunha, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Yngrid Stefani Nascimento Lemos, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Gabriel Nivaldo Brito Constantino, Universidade Iguaçu (UNIG)

Acadêmico de Enfermagem na Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Keila do Carmo Neves, Universidade Iguaçu (UNIG)

Enfermeira. Pós-Graduada em Nefrologia; Mestre e Doutora em Enfermagem pela UFRJ. Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Bruna Porath Azevedo Fassarella, Universidade Iguaçu (UNIG)

Enfermeira. Mestre em Ciências Aplicadas em Saúde da Universidade Severino Sombra. Docente do Curso de Graduação em Enfermagem e Pós-graduação da Universidade Iguaçu (UNIG). Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

Wanderson Alves Ribeiro, Universidade Iguaçu (UNIG) / Universidade Federal Fluminense (PACCS-UFF)

Enfermeiro. Docente Curso enfermagem e Pós-graduação em Enfermagem em Neonatologia e Pediatria Universidade Iguaçu (UNIG). Mestre e Doutorando pelo Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da UFF, Niteró, RJ, Brasil.  

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Publicado

19-07-2025