A resistência de mulheres lactantes durante a pandemia em relação à vacinação contra a covid-19

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i2.4809

Resumo

Introdução: analisar os fatores relacionados à hesitação vacinal contra a covid-19, apontados por mulheres lactantes durante a pandemia. Materiais e Métodos: trata-se de uma pesquisa quantitativa composta de 63 lactantes, cujos dados foram analisados por estatística descritiva simples. Foi utilizado um formulário estruturado on-line, em uma investigação tipo websurvey. Resultados: participaram do estudo lactantes com idade predominante de 25 a 30 anos (44%) e 20% tomaram entre uma e duas doses da vacina. A hesitação das mulheres em relação à vacinação da covid-19 foi influenciada por diversos fatores, como: 9% relataram resistência em se vacinar devido a familiares, 8% hesitaram em razão de questionamentos quanto à origem da vacina e 7% tiveram receio tanto relacionado à técnica de produção da vacina quanto também por conta de eventos adversos provenientes do imunizante.  Discussão: a hesitação vacinal está presente na tomada de decisão de gestantes e puérperas contra a vacina da covid-19 e permanece em níveis preocupantes, o que limita o alcance dos critérios necessários para o desenvolvimento da imunidade coletiva. Conclusão: portanto, identificar os fatores que contribuem para a hesitação vacinal é de suma importância, a fim de desenvolver estratégias mais eficazes, especialmente para lactantes, com o propósito de esclarecer dúvidas e fornecer informações que possam auxiliar essas mulheres na tomada de decisão, enfatizando a importância da vacinação contra a covid-19.

Palavras-Chave: Covid-19; Hesitação Vacinal; Lactante.

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Biografia do Autor

Luiza Pires de Lima Cabral, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Graduação em enfermagem pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa EEAAC, Universidade Federal Fluminense, pesquisa sobre saúde da mulher , saúde coletiva e vacinação. 

Juliana da Silva Guilherme, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Graduação em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa EEACC, Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói, RJ, Brasil.

Audrey Vidal Pereira, Universidade Federal Fluminense (UFF)/PACCS

Docente do Programa de Pós graduação em Ciências do Cuidado em Saúde, Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói, RJ, Brasil.

Luciana Rodrigues da Silva, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Doutora em ciências da saúde, docente do Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Psiquiátrica, Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói, RJ, Brasil. 

Felipe Guimarães Tavares , Universidade Federal Fluminense (UFF)/PACCS

Docente do Programa de Pós graduação em Ciências do Cuidado em Saúde, Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói, RJ, Brasil.

Luiz Henrique dos Santos Ribeiro, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Mestre em Ciências do Cuidado em Saúde pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Pesquisa e tem interesse em Saúde da Mulher em todo ciclo, Saúde Coletiva, Políticas Públlicas. Niterói, RJ, Brasil.

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Publicado

19-07-2025