Evidências Científicas do Impacto da COVID-19 na Saúde Mental de estudantes universitários

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i1.4877

Resumo

Para a prevenção do contágio da Covid-19 nas escolas e universidades, o Ministério da Educação determinou a implementação de algumas medidas. Entre elas, destaca-se a suspensão das atividades acadêmicas presenciais, com o intuito de reduzir aglomerações que poderiam favorecer a transmissão do vírus. Tais ações ocasionaram repercursões significativas na vida acadêmica, bem como experiências perturbadoras que impactaram negativamente a saúde física e psicológica dos universitários. Este estudo tem como objetivo analisar as evidências científicas sobre o impacto da pandemia de Covid-19 na saúde mental de estudantes universitários. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida conforme as etapas: redução de dados, exibição de dados, comparação de dados, elaboração da conclusão e verificação. A pesquisa foi realizada na base de informações Medline, Lilacs, BDENF e IBECS, por meio da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), e, para uma seleção mais qualificada dos artigos, também foi utilizado o repositório da SciELO. Dos 557 artigos identificados, 11 foram selecionados para compor a presente revisão. Observou-se um aumento nos níveis de ansiedade, depressão, estresse e transtorno de estresse pós-traumático entre os estudantes universitários após o início da pandemia. Diante desse cenário, investimentos em intervenções de saúde mental direcionadas a esse público tornam-se imperativos, considerando que os impactos da pandemia reverberam nesses jovens em múltiplas dimensões do cotidiano, comprometendo sua qualidade de vida.

Palavras-Chave: Infecções por coronavírus; Covid-19; Estudantes Universitários; Saúde Mental; Enfermagem.

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Biografia do Autor

Andressa Myrelle Gonçalves da Silva, Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE)

Discente (Graduação em Enfermagem). Faculdade de Enfermagem Nova Esperança. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

   

Viviane Cordeiro de Queiroz, Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Doutoranda em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Eliane Cristina da Silva Buck, Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE)

Doutoranda em Enfermagem. Docente do Curso de Enfermagem e Medicina da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança, João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Débora Raquel Soares Guedes Trigueiro, Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE)

Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba. Docente do Curso de Graduação de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Karen Krystine Gonçalves de Brito, Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE)

Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba. Docente do Curso de Graduação de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Camila Abrantes Cordeiro Morais, Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE)

Doutora em Enfermagem pelo Programa Associado de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade de Pernambuco/Universidade Estadual da Paraíba. Docente do Curso de Graduação de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

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Publicado

30-04-2025