Experiências de Estudantes de Enfermagem com o Ensino Remoto Emergencial Durante a Pandemia da COVID-19

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i1.4961

Resumo

No contexto da pandemia de Covid-19, alunos e professores vivenciaram importantes desafios no processo de ensino-aprendizagem. A interrupção de aulas presenciais e a necessidade de dar continuidade às disciplinas já programadas repercutiram na adoção imediata de formas alternativas de ensino, em especial na utilização de ferramentas digitais on-line. Este estudo objetivou investigar a experiência do ensino remoto emergencial na Graduação em Enfermagem em decorrência da pandemia. Trata-se de uma pesquisa descritiva, qualitativa, realizada por meio de entrevista com dez discentes de uma Instituição de Ensino Superior da rede privada, localizada no município de João Pessoa/PB. A partir da análise de dados, pela técnica de Análise de Conteúdo Temática, foram elencadas as seguintes categorias: Vivências de estudantes de Enfermagem na pandemia e Desafios diante do ensino remoto emergencial. Constatou-se que a maioria dos participantes sofreu dificuldades no processo de ensino-aprendizagem devido à necessidade de adaptação à nova estratégia de ensino, aos fatores inerentes ao ambiente domiciliar, às dificuldades na rotina de estudos, ao cenário de incertezas quanto à conclusão do curso sem as atividades práticas, além da falta de interação e convívio social. A pesquisa contribui para o conhecimento das experiências dos estudantes relacionadas ao ensino remoto e suas repercussões no processo de ensino-aprendizagem durante a pandemia, bem como amplia a discussão sobre a temática nas instituições de ensino, incentivando a utilização de diferentes estratégias e metodologias que favorecem o protagonismo do aluno no processo de aprendizagem, com estímulo ao pensamento crítico e reflexivo.

Palavras-Chave: Educação Remota; Infecções por coronavírus; Covid-19; Processo Ensino-aprendizagem; Enfermagem.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Edilson Lima Barbosa, Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE)

Discente (Graduação em Enfermagem). Faculdade de Enfermagem Nova Esperança. João Pessoa, Paraíba, Brasil. 

Viviane Cordeiro de Queiroz, Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Doutoranda em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Cláudia Germana Virginio de Souto, Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE)

Mestre em Saúde da Família pelo Mestrado Profissional da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança. Coordenadora do Curso de Graduação de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança. João Pessoa, Paraíba, Brasil.                                 

Paulo Emanuel Silva, Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE)

Mestre em Ciências das Religiões pela Universidade Federal da Paraíba. Docente do Curso de Graduação de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Karen Krystine Gonçalves de Brito, Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE)

Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba. Docente do Curso de Graduação de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Camila Abrantes Cordeiro Morais, Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE)

Doutora em Enfermagem pelo Programa Associado de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade de Pernambuco/Universidade Estadual da Paraíba. Docente do Curso de Graduação de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Downloads

Publicado

30-04-2025