A Percepção do Enfermeiro na Identificação e Intervenção Precoce em Crianças com Atraso no Desenvolvimento

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v16i1.4998

Resumo

Introdução: este estudo trata-se de uma revisão integrativa descritiva com abordagem qualitativa com objetivo identificar na literatura atual a importância do papel do enfermeiro na detecção e intervenção antecipada em crianças que apresentam atrasos no seu desenvolvimento. Método e materiais: a busca da base de dados ocorreu pela Biblioteca Eletrônica Cientifica Online e Biblioteca Virtual de Saúde por meio das combinações dos descritores ‘‘Saúde da Criança”, “Deficiências do Desenvolvimento”, “Enfermagem Pediátrica”, “Desenvolvimento infantil’ através do operador booleano “AND”. Resultado: foram selecionados 17 artigos decorrentes dos critérios de inclusão e exclusão. Discussão: Após leitura e análise dos textos, emergiram três categorias temáticas, sendo elas principais sinais e sintomas no atraso do desenvolvimento; estratégias dos profissionais para implementar intervenção precoce; importância do papel do enfermeiro na detecção e intervenção precoce. Considerações finais: Infere-se o papel fundamental do enfermeiro. na promoção, proteção e prevenção do desenvolvimento infantil, com foco na identificação precoce de possíveis atrasos. A participação ativa da família é crucial para permitir intervenções personalizadas, seguidas por um programa de intervenção multidisciplinar, além do acompanhamento contínuo da família ser essencial para garantir o sucesso do plano de intervenção, visando o máximo potencial de desenvolvimento da criança.

Palavras-Chave: Saúde da Criança; Deficiências do Desenvolvimento; Enfermagem Pediátrica; Desenvolvimento infantil.

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Biografia do Autor

Vitória Torquato Silva Miranda, Universidade Iguaçu (UNIG)

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil.

Giulia Pacheco Pires, Universidade Iguaçu

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil.

Maria Eduarda Emmel Gomes, Universidade Iguaçu

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil.

Ana Carolina Fernandes de Souza Gusmão , Universidade Iguaçu

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil.

Ana Carolina Vargas, Universidade Iguaçu

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil.

Mariana Sampaio Filisbino, Universidade Iguaçu

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil.

Keila do Carmo Neves, Universidade Iguaçu

Enfermeira. Mestre e Doutora em Enfermagem pela UFRJ/EEAN. Pós-Graduada em Nefrologia e UTI Neonatal e Pediátrica; Docente do Curso de Graduação e Pós Graduação em Enfermagem da UNIG. Membro dos grupos de Pesquisa NUCLEART e CEHCAC da EEAN/UFRJ.

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Publicado

30-04-2025