Percepções de internos de enfermagem sobre fatores geradores de estresse no final da graduação
DOI:
https://doi.org/10.21727/rpu.v16i3.5212Resumo
O estresse é um dos grandes desafios da vida moderna, frequentemente associado a sintomas físicos e psicológicos gerados por pressões cotidianas. Este estudo analisou os fatores de estresse no ambiente universitário e suas repercussões na vida de estudantes do último ano de Enfermagem. Trata-se de uma pesquisa exploratória descritiva, com abordagem mista, que utilizou o Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de LIPP (ISSL) por meio de um formulário aplicado via Google Forms. Os participantes foram acadêmicos do nono e décimo períodos do curso de Enfermagem da UNIG, em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Foram coletadas 47 entrevistas, com 72,3% de mulheres (34) e 27,7% de homens (13). Mais de 90% dos estudantes relataram algum nível de estresse. Entre os fatores mais citados estão as exigências acadêmicas, como o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e os desafios do internato, além das demandas pessoais de conciliar trabalho, estudos e responsabilidades familiares. Esses fatores contribuem para o declínio da saúde física e mental dos estudantes, manifestando-se em cansaço, insônia e irritabilidade. Os resultados destacam a necessidade de estratégias institucionais e individuais para mitigar os impactos do estresse. Ambientes acadêmicos acolhedores, suporte psicológico e ações que abordem tanto aspectos estruturais quanto subjetivos são fundamentais. Por fim, este estudo amplia o conhecimento sobre os fatores estressores, oferecendo subsídios para políticas educacionais que favoreçam a saúde, a resiliência e o sucesso acadêmico dos futuros profissionais de saúde.
Palavras-Chave: Enfermagem; Estresse Emocional; Ensino Superior.
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