Percepção do Adolescente com Câncer sobre o Autocuidado

Autores

Resumo

Introdução: O câncer pediátrico está relacionado diretamente a fatores genéticos em que células do sistema sanguíneo, bem como os tecidos de sustentação são afetadas. Ao longo do tratamento de câncer infantojuvenil podem ser observados danos na capacidade física, bem como a redução da força muscular, fadiga e alterações nas funções corporais. Frente ao exposto, o estudo estabeleceu como objetivo descrever a percepção do adolescente com câncer acerca do autocuidado. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo descritivo-exploratório de natureza qualitativa. A coleta de dados ocorreu entre os meses de agosto a novembro de 2023. As informações foram apuradas por meio de entrevista semiestruturada, utilizando um instrumento construído pelas próprias pesquisadoras contendo questões para a caracterização sociodemográfica dos participantes. Resultados: Participaram do estudo cinco adolescentes com idades entre 13 e 17 anos, sendo três do sexo feminino e dois do sexo masculino. A partir da análise dos dados, emergiram as seguintes categorias temáticas: Do diagnóstico ao tratamento: sentimentos e mudanças de vida, e Autocuidado: definições, percepções e vivências na ótica do adolescente. Discussão: O diagnóstico de uma doença crônica durante essa fase faz com que o adolescente se sinta ainda mais frustrado em relação à sua perspectiva de vida, uma vez que tal adoecimento gera uma pausa sobre seus objetivos devido às diversas alterações que irão ocorrer em seu cotidiano. Considerações Finais: A partir dos resultados, pode-se compreender que os adolescentes com câncer possuem uma percepção simplista em relação ao autocuidado.

Palavras-Chave: Cancer; Adolescente; Tratamento; Autocuidado.

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Biografia do Autor

Isadora Mandu Cardoso, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Enfermeira, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Paraná, Brasil. 

Jhenicy Rubira Dias, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Mestranda em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Londrina, Paraná, Brasil. 

Ivi Ribeiro Back, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Docente em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Paraná, Brasil. 

Thamires Fernandes Cardoso da Silva Rodrigues, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Docente em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Paraná, Brasil. 

Cremilde Aparecida Trindade Radovanovic, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Docente em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Paraná, Brasil.

Roberta Tognollo Borotta Uema, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Docente em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Paraná, Brasil. 

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Publicado

31-01-2026